sábado, 28 de maio de 2022

Superávit da balança comercial chega a US$ 22,89 bilhões em 2022, até a segunda semana de maio

 

Superávit da balança comercial chega a US$ 22,89 bilhões em 2022, até a segunda semana de maio






Corrente de comércio atinge US$ 208,14 bilhões, com US$ 115,52 bilhões de exportações e US$ 92,62 bilhões em importações; no mês, saldo positivo é de US$ 2,71 bilhões

A balança comercial brasileira fechou a segunda semana de maio com superávit de US$ 22,89 bilhões no acumulado do ano, com recuo de 3,5% sobre o período de janeiro a maio de 2021, pela média diária. A corrente de comércio registrou aumento: subiu 23,3% no mesmo período, atingindo US$ 208,14 bilhões. Isso foi reflexo do crescimento de 20% das exportações, que somaram US$ 115,52 bilhões, e do aumento de 27,6% das importações, que totalizaram US$ 92,62 bilhões. Os dados foram divulgados na segunda-feira (16/5) pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia.

A divulgação dos dados da balança comercial da terceira semana de maio está prevista para a próxima segunda-feira (23/5), após as 18 horas.

No mês de maio, até a segunda semana, as exportações cresceram 12,8% em relação à média diária de maio de 2021, somando US$ 14,08 bilhões. As importações cresceram 35,2% e totalizaram US$ 11,37 bilhões. Assim, o saldo positivo da balança comercial foi de US$ 2,71 bilhões, com redução de 33,3%, e a corrente de comércio aumentou 21,8%, alcançando US$ 25,45 bilhões.

Somente na segunda semana do mês, o superávit foi de US$ 496 milhões e a corrente de comércio atingiu US$ 12,431 bilhões, resultado de exportações no valor de US$ 6,463 bilhões e importações de US$ 5,968 bilhões.

Exportações mensais

O desempenho das exportações no mês, até a segunda semana, mostrou crescimentos de 2,8% na Agropecuária, que somou US$ 3,71 bilhões; de 5,6% na Indústria Extrativa, que chegou a US$ 3,07 bilhões; e de 22,7% na Indústria de Transformação, com US$ 7,22 bilhões.

Na Agropecuária, os destaques foram as vendas de trigo e centeio, não moídos (+837.347,1%), milho não moído, exceto milho doce (+10.996,3%) e café não torrado (+37,8%). A Indústria Extrativa vendeu mais produtos como outros minerais em bruto (+118,6%), minérios de níquel e seus concentrados (+215,1%) e óleos brutos de petróleo ou de minerais betuminosos, crus (+50,1%).

As exportações da Indústria de Transformação foram impulsionadas pelos embarques de carne bovina fresca, refrigerada ou congelada (+57,3%), carnes de aves e suas miudezas comestíveis, frescas, refrigeradas ou congeladas (+39,6%) e farelos de soja e outros alimentos para animais – excluídos cereais não moídos –, farinhas de carnes e outros animais (+54,7%).

Importações no mês

Do lado das importações, no mês, a Secex constatou aumentos de 10,3% em Agropecuária, que somou US$ 228 milhões; de 72,3% na Indústria Extrativa, que chegou a US$ 831,42 milhões; e de 34,1% na Indústria de Transformação, que alcançou US$ 10,24 bilhões.

Os destaques foram a ampliação das compras de milho não moído, exceto milho doce (+83%), frutas e nozes não oleaginosas, frescas ou secas (+43,4%) e cacau em bruto ou torrado (+20.071,7%) na Agropecuária. Na Indústria Extrativa, aumentaram principalmente as entradas de carvão, mesmo em pó, mas não aglomerado (+184,8%), óleos brutos de petróleo ou de minerais betuminosos, crus (+57,7%) e gás natural, liquefeito ou não (+31,6%).

Já a Indústria de Transformação ampliou as compras de óleos combustíveis de petróleo ou de minerais betuminosos, exceto óleos brutos (+158,3%), compostos organo-inorgânicos, compostos heterocíclicos, ácidos nucléicos e seus sais, e sulfonamidas (+69,4%), além de adubos ou fertilizantes químicos, exceto fertilizantes brutos (+223,4%).

Totais

Até a 3º Semana de Maio/2022, comparado a Maio/2021, as exportações cresceram 6,9% e somaram US$ 20,00 bilhões. As importações cresceram 33,8% e totalizaram US$ 16,89 bilhões. Assim, a balança comercial registrou superávit de US$ 3,11 bilhões , com queda de -48,9%, e a corrente de comércio aumentou 17,7%, alcançando US$ 36,89 bilhões.

No acumulado Janeiro até 3º Semana de Maio/2022, em comparação a Janeiro/Maio 2021, as exportações cresceram 19,6% e somaram US$ 121,44 bilhões. As importações cresceram 28,2% e totalizaram US$ 98,14 bilhões. Como consequência destes resultados, a balança comercial apresentou superávit de US$ 23,30 bilhões , com queda de -6,9%, e a corrente de comércio registrou aumento de 23,3%, atingindo US$ 219,58 bilhões.

Setores e Produtos

Exportações

Mensal

Até a 3º Semana de Maio/2022, o desempenho dos setores foi o seguinte: queda de -1,0% em Agropecuária, que somou US$ 5,35 bilhões; queda de -7,6% em Indústria Extrativa, que chegou a US$ 4,03 bilhões e, por fim, crescimento de 19,2% em Indústria de Transformação, que alcançou US$ 10,52 bilhões. A combinação destes resultados levou o aumento do total das exportações.

A expansão das exportações foi puxada, principalmente, pelo crescimento nas vendas dos seguintes produtos: Trigo e centeio, não moídos (2.020.155,1%), Milho não moído, exceto milho doce (9.597,3%) e Café não torrado (25,5%) na Agropecuária; Outros minerais em bruto ( 96,1%), Minérios de níquel e seus concentrados ( 110,1%) e Óleos brutos de petróleo ou de minerais betuminosos, crus (12,5%) na Indústria Extrativa ; Carne bovina fresca, refrigerada ou congelada (42,1%), Farelos de soja e outros alimentos para animais (excluídos cereais não moídos), farinhas de carnes e outros animais (48,7%) e Gorduras e óleos vegetais, “soft”, bruto, refinado ou fracionado (100,5%) na Indústria de Transformação.

Por sua vez, ainda que o resultado das exportações tenha sido de crescimento, os seguintes produtos registraram diminuição nas vendas: Frutas e nozes não oleaginosas, frescas ou secas (-39,1%), Soja ( -8,3%) e Algodão em bruto (-21,5%) na Agropecuária; Fertilizantes brutos (exceto adubos) (-41,2%), Minério de ferro e seus concentrados (-20,8%) e Minérios de cobre e seus concentrados (-38,7%) na Indústria Extrativa ; Açúcares e melaços (-34,8%), Óleos combustíveis de petróleo ou de minerais betuminosos (exceto óleos brutos) (-17,5%) e Ouro, não monetário (excluindo minérios de ouro e seus concentrados) (-17,8%) na Indústria de Transformação.

Importações

Mensal

Até a 3º Semana de Maio/2022, o desempenho das importações por setor de atividade econômica foi o seguinte: crescimento de 14,8% em Agropecuária, que somou US$ 0,36 bilhões; crescimento de 100,8% em Indústria Extrativa, que chegou a US$ 1,45 bilhões e, por fim, crescimento de 30,7% em Indústria de Transformação, que alcançou US$ 14,97 bilhões. A combinação destes resultados motivou o aumento das importações.

O movimento de crescimento nas importações foi influenciado pela ampliação das compras dos seguintes produtos: Milho não moído, exceto milho doce (132,3%), Frutas e nozes não oleaginosas, frescas ou secas ( 45,5%) e Látex, borracha natural, balata, guta-percha, guaiúle, chicle e gomas naturais (51,1%) na Agropecuária; Carvão, mesmo em pó, mas não aglomerado (238,6%), Óleos brutos de petróleo ou de minerais betuminosos, crus ( 94,8%) e Gás natural, liquefeito ou não ( 20,5%) na Indústria Extrativa ; Óleos combustíveis de petróleo ou de minerais betuminosos (exceto óleos brutos) (138,4%), Compostos organo-inorgânicos, compostos heterocíclicos, ácidos nucléicos e seus sais, e sulfonamidas (53,8%) e Adubos ou fertilizantes químicos (exceto fertilizantes brutos) (232,3%) na Indústria de Transformação.

Ainda que o resultado das importações tenha sido de crescimento, os seguintes produtos tiveram diminuição: Soja (-27,3%), Outras sementes oleaginosas de copra ou linhaça (-36,9%) e Matérias vegetais em bruto (-28,8%) na Agropecuária; Pedra, areia e cascalho ( -8,2%), Minério de ferro e seus concentrados (-99,6%) e Minérios de cobre e seus concentrados ( -0,4%) na Indústria Extrativa ; Produtos semi-acabados, lingotes e outras formas primárias de ferro ou aço (-92,0%), Alumínio (-44,1%) e Equipamentos de telecomunicações, incluindo peças e acessórios (-16,7%)


fonte: https://www.gov.br/economia/pt-br/assuntos/noticias/2022/maio/superavit-da-balanca-comercial-chega-a-us-22-89-bilhoes-em-2022-ate-a-segunda-semana-de-maio

17/05/2022

quinta-feira, 5 de maio de 2022

Alta das commodities faz exportação aos árabes crescer

                       Alta das commodities faz exportação aos árabes crescer






As exportações brasileiras para os 22 países da Liga Árabe fecharam o primeiro trimestre com alta de 33,58%, em US$ 3,86 bilhões, segundo relatório da Câmara de Comércio Árabe-Brasileira.

O desempenho foi motivado por investimentos árabes para a transição de suas economias para a era pós-petróleo e pela valorização recente das commodities, intensificada pela invasão da Rússia à Ucrânia, que restringiu a participação desses países no mercado internacional de grãos e fertilizantes, além de ter encarecido fluxos logísticos.

O aumento nas vendas brasileiras aos árabes, cuja pauta é liderada por commodities minerais e alimentares, também é reflexo do movimento desses países ainda dependentes de alimentos importados para reforçar os próprios estoques e assegurar a oferta de alimento nos próximos meses.

Tirando o minério de ferro, que liderou a pauta de exportação nos três primeiros meses do ano (US$ 690,29 milhões, -12,5%), os demais produtos da lista são do agronegócio, principalmente, carne de frango (US$ 591,09 mi, +10,66%), açúcar (US$ 588,8 mi, +19,79%), derivados de soja (US$ 318,02 mi, +122,84%), trigo (US$ 285,86 mi, +438,06%), milho (US$ 269,6 mi, +27,21%) e carne bovina congelada (US$ 267,57, milhões, +165,73%).

Ainda de acordo com o relatório da entidade, o apetite dos árabes segue em alta pela retomada econômica local, beneficiada pela vacinação precoce contra a covid-19, e também pelo anúncio de novos investimentos governamentais para diminuir a dependência econômica do petróleo.

 

Fonte:Agência Anba - Anba
Data de atualização:04/05/2022

Saiba mais sobre a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados - IPI

 Saiba mais sobre a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados - IPI



Qual era teor original do Decreto nº 10.979, publicado em 25 de fevereiro de 2022?

O decreto editado pelo presidente Jair Bolsonaro reduziu o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) em até 25% para a maioria dos produtos.

Por que o IPI pode ser alterado por decreto presidencial, sem necessidade de aval do Congresso?

Porque se trata de um tributo regulatório.

Qual foi o objetivo do lançamento da medida?

O principal objetivo foi contribuir para os esforços de reindustrialização do país, por meio do incentivo à competividade da empresa nacional e da consequente geração de emprego e renda em todas as regiões.

Mas por que a escolha do IPI?

A queda do IPI é reflexo direto do compromisso do governo federal de reindustrializar o país, com os consequentes benefícios da medida, entre eles a geração de emprego e renda em todas as regiões. A redução do IPI vem sendo feita de forma gradual exatamente por estar inserida num contexto amplo, complexo e estratégico, que é a reindustrialização. A indústria é o setor mais tributado da economia do país.

A que produtos se aplicam a redução do IPI?

Vale para produtos nacionais e importados e não se aplica a produtos nocivos à saúde, como cigarros.

Como é a incidência do IPI?

O valor do IPI é geralmente repassado ao consumidor no preço final das mercadorias.

Qual era a renúncia fiscal inicialmente estimada com o decreto?

Com o decreto, o governo federal deixaria de arrecadar R$ 19,5 bilhões em 2022. Com a revisão e o aprimoramento do normativo e a ampliação do corte do IPI para 35% (exceto para a Zona Franca de Manaus, que manterá os 25%), esse cálculo terá de ser revisto.

O que a revisão do Decreto nº 10.979 propõe?

A ampliação da redução do IPI de 25% para 35%. A Zona Franca de Manaus fica fora dessa rodada adicional, mantendo o corte de 25%.

Qual o motivo dessa revisão?

Dar continuidade à política iniciada em fevereiro, com acréscimo da necessidade de adequação da situação da Zona Franca de Manaus, mediante atendimento dos pleitos dos seus representantes, para ajuste e acomodação dos interesses regionais.

Por que a redução de impostos está sendo possível?

A redução de impostos é um dos principais objetivos da política econômica do governo federal e está sendo possível graças à consolidação fiscal promovida nas contas públicas, com forte redução nas despesas

Confira a versão em PDF do Perguntas e Respostas sobre os principais pontos sobre a redução do IPI.

Fonte:Ministério da Economia - ME
Data de atualização:04/05/2022

terça-feira, 3 de maio de 2022

Produção de frutas com caroço deve crescer na Tunísia

 Produção de frutas com caroço deve crescer na Tunísia


A produção de frutas com caroço deve crescer na Tunísia. O país árabe estima produzir 295 mil toneladas em 2022, ante 285 mil toneladas do ano anterior, um aumento de 3,5%. O crescimento se deve às condições climáticas favoráveis, segundo dados do Interprofessional Fruit Grouping (GIFruits) divulgados pela agência de notícias da Tunísia (TAP).

De acordo com o Interprofessional Fruit Grouping, a produção de cerejas e nêsperas deverá atingir 9 mil toneladas cada, ante 7.900 toneladas cada no ano passado e, para melhorar o posicionamento e a visibilidade dos produtos tunisianos no mercado líbio, que é o principal mercado de exportação de frutas tunisianas, o GIFruits, em coordenação com o Centro de Promoção de Exportações do país (Cepex), pretende participar da Feira Internacional de Trípoli, programada a segunda semana de maio.

Fonte:Agência Anba - Anba
Data de atualização:03/05/2022



Notícia Siscomex - Importação (0019 AFRMM - Tarifa Bancária)

 Notícia Siscomex - Importação (0019 AFRMM - Tarifa Bancária)



Informamos que em 26/04/2022 foi excluída a Tarifa Bancária de R$ 1,20 que constava no valor do pagamento do Adicional ao Frete para Renovação da Marinha Mercante- AFRMM em função da mudança no fluxo de arrecadação do AFRMM, que passou a utilizar o DARF como documento de arrecadação em substituição à GRU.

Essa tarifa, que foi instituída por contrato celebrado entre a União e o Ministério dos Transportes, tinha por objeto remunerar o Banco do Brasil pelos serviços de arrecadação e partilha do AFRMM e da TUM.

A troca do documento de arrecadação resultou na mudança da forma de remuneração ao agente arrecadador, que agora será feita nos termos da Portaria MF N° 479, de 29 de dezembro de 2000.

Fonte:Sistema Integrado de Comércio Exterior - Importação - Siscomex
Data de atualização:02/05/2022

Brasil e China debatem oportunidades de cooperação econômica e investimentos

 Brasil e China debatem oportunidades de cooperação econômica e investimentos



Representantes do Brasil e da China discutiram oportunidades de cooperação econômica e financeira e investimentos entre os dois países, nessa quinta-feira (28/04), durante a 9ª Reunião da Subcomissão Econômico-Financeira da Comissão Sino-Brasileira de Alto Nível de Concertação e Cooperação (Cosban). Participaram do encontro virtual, entre outras autoridades, o secretário especial de Comércio Exterior e Assuntos Internacionais do Ministério da Economia, Roberto Fendt, e o vice-ministro de Finanças da China, Yu Weiping.

O tema central da reunião foram os investimentos em infraestrutura, com apresentação de portfolios de projetos e debates sobre as experiências dos dois países em questões de financiamento e planejamento nesse setor. "O foco da reunião foram parcerias público-privadas, inovações financeiras, uso de moeda local, transparência e licitações, além do sistema chinês de acompanhamento da responsabilidade de todo o ciclo de vida dos projetos de investimentos em infraestrutura", informou Roberto Fendt.

Cooperação

O encontro também tratou de temas como a cooperação econômico-financeira em fóruns internacionais, com destaque para os principais tópicos das reuniões do G20 (grupo das 20 maiores economias do mundo), do Brics (grupo que reúne Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) e do Fundo Monetário Internacional (FMI). Entre outros pontos, a pauta incluiu o atual cenário econômico internacional, os avanços nos campos de finanças sustentáveis e o desenvolvimento de ferramentas financeiras para lidar com os desafios globais.

Outro destaque das discussões foi a participação mútua em bancos multilaterais de desenvolvimento, como o Novo Banco de Desenvolvimento (NDB) e o Banco Asiático de Investimento em Infraestrutura (AIIB).

Os resultados da reunião da Subcomissão Econômico-Financeira e outros avanços recentes da cooperação sino-brasileira em finanças serão levados para a próxima reunião plenária da Cosban, agendada para o mês de maio.

Além do secretário Roberto Fendt, o Ministério da Economia foi representado pelo secretário de Fomento e Apoio a Parcerias de Entes Federativos, Wesley Cardia, e pelos subsecretários de Finanças Internacionais e Cooperação Econômica, Marco Aurélio Rocha, e de Planejamento da Infraestrutura Nacional, Fabiano Pompermayer.

Fonte:Ministério da Economia - ME
Data de atualização:02/05/2022

Cai o déficit das contas externas do Brasil

 

Cai o déficit das contas externas do Brasil

As contas externas do Brasil registraram saldo negativo de US$ 2,4 bilhões em fevereiro deste ano. No mesmo mês de 2021, o déficit foi de US$ 4 bilhões nas transações correntes, que são as compras e vendas de mercadorias, serviços e transferência de renda com outros países.

Nos 12 meses encerrados em fevereiro de 2022, o déficit ficou em US$ 26,1 bilhões, o que corresponde a 1,59% do Produto Interno Bruto (PIB) do País. Em janeiro, este mesmo item estava em US$ 27,7 bilhões (1,71% do PIB); e em fevereiro de 2021, em US$ 21 bilhões (1,49% do PIB).

As exportações totalizaram US$ 23,7 bilhões e as importações somaram US$ 20,2 bilhões, incrementos de 43,6% e 19,8% em comparação a fevereiro de 2021.

 

Fonte:Agência Anba - Anba 

Data de atualização:02/05/2022

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