quarta-feira, 10 de outubro de 2012
Porto de Santos dribla ineficiência da Codesp
Indubitavelmente o Porto de Santos opera e bate recordes porque a lei 8.630/93, que privatizou as operações portuárias, possibilitou investimentos com qualidade. E, por isso, a ineficiência da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), constatada a olho nu, não consegue parar o Porto - paradigma das reformas portuárias. Mesmo causando muitas resistências onerosas e prejudiciais para a busca da competitividade e produtividade, o então diretor de Planejamento, Renato Barco, no cargo desde outubro de 2008, vive a vida a viajar pelo mundo, sem contribuir para a competitividade das cadeias produtivas que passam pelo Porto. Agora na presidência da estatal há quase dois meses, Barco aumenta seu poder e também a barreira de entrada para a eficiência da gestão. Esse quadro esdrúxulo reflete bem a máxima marinheira, o navio é o espelho do comandante, para falar em poucas palavras sobre a inaptidão da diretoria do mais importante Porto do Hemisfério Sul, para baratear custos e responder às demandas logísticas do desenvolvimento brasileiro.
Fonte: portogente.com.br
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