Para cumprir exigências de exportação de amendoim para alimentação humana e animal à União Europeia, a Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, por meio de sua Câmara Setorial de Amendoim, e o Ministério de Agricultura, Pecuária e Abastecimento firmaram um protocolo de intenções para o controle de aflatoxinas, responsáveis pela contaminação dos grãos de milho, trigo e, principalmente, do amendoim e seus derivados. O documento foi assinado pelo governador Geraldo Alckmin e pelo ministro Blairo Maggi, durante o lançamento do Programa de Modernização e Desburocratização da Agricultura, Agrofácil SP e do Agro+ SP, em São Paulo.
A medida visa a desburocratizar o processo de exportação da leguminosa, padronizar a fiscalização das etapas de recepção e secagem do amendoim com casca durante o beneficiamento e armazenamento.
Em 2016, o Governo Federal recebeu uma representação da União Europeia, ressaltando que rechaçaram uma leva de amendoim paulista com índice acima do tolerado da toxina, deixando o produto impróprio para alimentação humana e animal. Diante desse cenário, o Mapa intensificou o processo de fiscalização, tornando-o mais demorado, além de aumentar o custo de armazenamento e produção.
O Estado de São Paulo representa 90% da produção brasileira de amendoim e concentra todo o mercado praticado interna e externamente no País. De acordo com o Instituto de Economia Agrícola (IEA), o levantamento da previsão e estimativa da safra agrícola 2015/16 indica que a colheita de grãos deve somar 8,24 milhões de toneladas, o que corresponde a um acréscimo de 7% em relação ao ano agrícola anterior.
(Fonte: Assessoria de Comunicação da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo)
Nenhum comentário:
Postar um comentário