
Brasil disputa o mercado da America Latina com a China, diz indicado para o Mercosul e a Aladi
A Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE) aprovou nesta quinta-feira (17) a indicação do diplomata Bruno de Risios Bath para exercer o cargo de delegado permanente do Brasil junto ao Mercosul e à Associação Latino-Americana de Integração (Aladi), cujas sedes administrativas ficam em Montevidéu. A indicação segue para a decisão do Plenário.
Durante a sabatina Bath ressaltou a importância do mercado latino-americano para o setor exportador brasileiro. Quanto os países que fazem parte da Aladi, o Brasil tem superavit comercial, com um índice de 85% de produtos manufaturados ou semi-manufaturados na pauta exportadora.
O Brasil é signatário de 49 acordos regulados no âmbito jurídico da Aladi, entre eles o de fornecimento de gás natural com a Bolívia, de controle integrado de fronteiras, de complementação energética regional, de transporte internacional rodoviário e de modernização de procedimentos aduaneiros, segundo Bath.
- A Aladi é o foro central das negociações econômico-comerciais do Brasil na America Latina. Estes acordos estão sob uma modelação que estabelece regras estáveis, com baixa ou nenhuma incidência de tarifas de importação - disse.
Além do Brasil e da Bolívia, fazem parte da Aladi a Argentina, o Chile, a Colômbia, Cuba, Equador, México, Panamá, Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela, somando mais de 500 milhões de consumidores.
Bath apresentou uma tabela demonstrando que todos os estados brasileiros exportam para o mercado da Aladi, algo que não se dá por exemplo nas exportações para a China ou os EUA, que é bem mais concentrada em algumas unidades da Federação.
China
O diplomata observa que hoje o grande desafio do Brasil neste mercado é a concorrência com a China, que disparou sua inserção econômica dentro destas nações.
Segundo dados de 2005 a 2015, a participação do gigante asiático na pauta importadora dos países da Aladi passou de 7,5% para 19%. No mesmo período, a participação de produtos brasileiros encolheu de 7,5% para 5%.
Por isso o Itamaraty tem, dentre outras estratégias, procurado aprofundar os acordos com os países que fazem parte da Aliança do Pacífico (México, Chile, Colômbia e Peru), segundo informou Bath.
Outro foco de sua atuação no âmbito da Aladi, segundo informou o diplomata caso tenha sua indicação confirmada, será reforçar os mecanismos de compras governamentais por parte dos países do bloco, relacionadas a produtos brasileiros. Outro desafio que o Brasil tem é estabelecer incentivos para que as empresas de nosso país possam formar cadeias regionais de valor, facilitando a obtenção de insumos em outras nações.
Quanto ao Mercosul, Bath reforçou que a Aladi é depositária também de todos os acordos econômico-comerciais firmados no âmbito do bloco.
Fonte:Agência Senado - SF
Data de publicação:17/08/2017
O Brasil sempre terá um embate complicado no mercado,isso complica quando se tratar de China e EUA, enquanto os dados apontam uma crescente deles, nossos números só vem decaindo. Temos uma riqueza gigantesca, porém mal administrada. Enquanto a mudança não for interna ficará difícil concorrer com grandes potências em qualquer esfera.
ResponderExcluirVitor Hugo
Comércio exterior FMU sala 1204
Brasil e China são "fiéis" em relação a importação e exportação entre eles, porém sabemos que a China tem uma economia maior e sabe como investir. O Brasil tem muito o que exportar. Deveriam estimular a produção, consumo interno e estender parceria com outros mercados.
ResponderExcluirSe Bath conseguir essa posição poderá estreitar laços com países da Aliança do Pacífico, que hoje somam mais de 90% do PIB e investimentos estrangeiros, então isso pode quebrar barreiras trazendo ao Brasil uma boa economia, empregos e aumentará o comércio de exportação no país. O mais interessante será é que essa gestão poderá atuar em negociações externas com a união europeia e nos países asiáticos. Quem sabe podemos perceber a curto ou médio prazo mudanças na nossa economia.
ResponderExcluirFMU - Richard Caine - sala 1204 - Turma: 096201A15
Entre Brasil,Estados Unidos e China existe um abismo muito grande em relação a gestão,visto que estes últimos citados tem um planejamento muito mais pensado,por isso o crescimento constante em importações ano após ano.Precisamos rever nossos conceitos na questão de economia em vários setores.
ResponderExcluirHigor Sillis
Comércio exterior FMU noturno sala 1204
Entre Brasil,Estados Unidos e China existe um abismo muito grande em relação a gestão,visto que estes últimos citados tem um planejamento muito mais pensado,por isso o crescimento constante em importações ano após ano.Precisamos rever nossos conceitos na questão de economia em vários setores.
ResponderExcluirHigor Sillis
Comércio exterior FMU noturno sala 1204
Vemos na porcentagem uma grande diferença entre o Brasil e a China dentro de 10 anos, constatando o grande crescimento da China e como o Brasil ainda precisa trabalhar muito em questões administrativas para conseguir ter uma disputa mais acirrada. Alguns pensamentos governamentais precisam ser mudados e atitudes tomadas para o país se desenvolver mais rapidamente.
ResponderExcluirFMU-Comex-1ºmanhã
É muito difícil, com o desenvolvimento da China nesses 10 anos, e a queda no Brasil nesse mesmo período, ter algum tipo de acordo que beneficie ao país.
ResponderExcluirO Brasil é muito rico em natureza, porém muito pobre em relação a política, assim causando uma desvalorização para outras potencias, afastando-os e assim, perdendo negócios.
Adriana Santos
Comercio Exterior 1º semestre, turma manhã
Temos que estreitar os laços ainda mais com os países do ALADI e MERCOSUL, nos tornar mais competitivas com a China. Podemos investir na redução de taxas, apoiar a importação dos pequenos e médios empresários e divulgar massivamente nossos produtos nos países. A China pode ter sempre os melhores preços mas sua desvantagem poderá ser o tempo de entrega e produtos de caráter duvidosos. O marketing ligado com qualidade de entrega poderá ser um diferencial.
ResponderExcluirWilliam Novais
Comércio Exterior FMU noturno.
A princípio devemos repensar sobre a disputa porque não é algo que deveria ser necessário, pois nós temos muitos recursos a oferecer, e a china tem recursos opostos para oferecer. mais no caso estamos em desvantagem com a nossa economia seria algo muito ruim entrar em uma disputa com a china para perder, creio que tudo isso ainda será muito visto e a ser discutido por ser um assunto muito delicado e que se trata da America latina e pelo fato de ser exportações nossas, com certeza será um assunto muito bem tratado e discutido de forma correta.
ResponderExcluirA princípio devemos repensar sobre a disputa porque não é algo que deveria ser necessário, pois nós temos muitos recursos a oferecer, e a china tem recursos opostos para oferecer. mais no caso estamos em desvantagem com a nossa economia seria algo muito ruim entrar em uma disputa com a china para perder, creio que tudo isso ainda será muito visto e a ser discutido por ser um assunto muito delicado e que se trata da America latina e pelo fato de ser exportações nossas, com certeza será um assunto muito bem tratado e discutido de forma correta.
ResponderExcluirComércio Exterior,Sala 1204
Sabemos que a China tem uma economia maior e sabe como investir. O Brasil tem muito o que exportar. Deveriam estimular a produção, consumo interno e estender parceria com outros mercados.
ResponderExcluiro mercado latino americano é de extrema importância para a exportação brasileira, com mais de 49 acordos regularizados.Porem tem como maior desafio a competição de mercado coma a china que entre 2005 e 2015 cresceu 11,5% enquanto a exportação brasileira diminuiu 2,5% no mesmo período.
ResponderExcluirCamila Ferreira
Comércio exterior Noite
Competir com a china já é um logro pro Brasil, lembremos que o país é uma potencia e um dos principais exportadores de produtos no mundo, para que Brasil entre a competir com a china deveria reduzir taxas e investir em divulgação dos seus produtos, competir com um país onde a mão de obra é extremamente baixa é difícil, por isso o Brasil deve produzir produtos de boa qualidade e com um valor agregado, isso poderia gerar interesses nos países importadores.
ResponderExcluirJUAN CARLOS OROZCO FMU – NOITE- RA: 1709026
Penso que os paises latinos americanos seria de bom tamanho para a exportação brasileira, pois tem a China que cresceu muito e é um dos paises de confiança na exporatçaõ mundial, sendo que nosso pais caiu com exportações nos ultimos anos, o Brasil devia incentivar o consumo nacional, e tentar alianças de exportações com outros paises, pois a china com mais verba sabe onde aplicar o dinehrio e o Brasil tem que exportar muito para chegar aos pés dele.
ResponderExcluirPor conta da falta de sabedoria no setor politico que temos isso acaba gerando um atraso ao Brasil, possibilitando da china ter vamtagens a frente do Brasil, porém só de estar competindo com um país como esse ja é uma boa notícia, o brasil deve melhorar a qualidade dos produtos e o preço aplicado gerando demanda para o país, buscando países que possa importar nossos produtos.
ResponderExcluirComplicado competir com a China, um pais com a mão de obra barata onde tudo é feito e onde seus governantes investem. Onde no Brasil temos os maiores juros do mundo, pagamos tudo mais caro e o governo só quer saber de aumentar os impostos.
ResponderExcluirSabemos que o Brasil sempre passara dificuldades no mercado, e se tratando da concorrência de China e EUA, enquanto os dados apontam o crescimento deles, os nossos só caem. Obtemos uma riqueza natural gigantesca, porém não sabemos administrá-las. Enquanto não ocorrer uma mudança com investimentos na parte da tecnologia.
ResponderExcluirPhelipi Vanderlind RA: 8433076 Sala: 1204 Turma: 096201A15
A China sendo uma potência mundial tenta expandir seu domínio comercial e um desses lugares é a America do Sul, mas como a China que se tornou uma potência não faz muito tempo o Brasil tem a mesma capacidade, o que a China tem em mão de obra o Brasil tem em matéria prima ,o Brasil como país soberano desse continente deve mudar suas políticas econômicas e não perder para outros países de fora os seus territórios comerciais.
ResponderExcluirLucas Conrado - FMU Liberdade - 1204 -RA
Praticamente impossível o Brasil competir com a china, um pais totalmente evoluído, não existe comparações plausíveis, talvez se o brasil tivesse uma economia melhor.
ResponderExcluirInfelizmente, o gigante asiático (China) continua à frente do Brasil, predominando cada vez mais o “Made in China” no consumo mundial. Vale lembrar que no ano de 2010, o PIB brasileiro teve uma drástica caída, onde perdeu participação em todos os países da América do Sul, com exceção do Paraguai. Com planejamento, direção, controle e ação, o pais vem sobressaindo em vendas para o bloco, (posição atual dos EUA). Um ponto fraco no setor de produção brasileira é que, consiste em pequenas variações de produtos, diferente da China que contém inúmeras peculiaridades em sua produção.
ResponderExcluirBeatriz Soares, Comex, 1°Sem, Noturno.