segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Brasil disputa o mercado da America Latina com a China, diz indicado para o Mercosul e a Aladi


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Brasil disputa o mercado da America Latina com a China, diz indicado para o Mercosul e a Aladi








A Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE) aprovou nesta quinta-feira (17) a indicação do diplomata Bruno de Risios Bath para exercer o cargo de delegado permanente do Brasil junto ao Mercosul e à Associação Latino-Americana de Integração (Aladi), cujas sedes administrativas ficam em Montevidéu. A indicação segue para a decisão do Plenário.

Durante a sabatina Bath ressaltou a importância do mercado latino-americano para o setor exportador brasileiro. Quanto os países que fazem parte da Aladi, o Brasil tem superavit comercial, com um índice de 85% de produtos manufaturados ou semi-manufaturados na pauta exportadora.

O Brasil é signatário de 49 acordos regulados no âmbito jurídico da Aladi, entre eles o de fornecimento de gás natural com a Bolívia, de controle integrado de fronteiras, de complementação energética regional, de transporte internacional rodoviário e de modernização de procedimentos aduaneiros, segundo Bath.

- A Aladi é o foro central das negociações econômico-comerciais do Brasil na America Latina. Estes acordos estão sob uma modelação que estabelece regras estáveis, com baixa ou nenhuma incidência de tarifas de importação - disse.

Além do Brasil e da Bolívia, fazem parte da Aladi a Argentina, o Chile, a Colômbia, Cuba, Equador, México, Panamá, Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela, somando mais de 500 milhões de consumidores.

Bath apresentou uma tabela demonstrando que todos os estados brasileiros exportam para o mercado da Aladi, algo que não se dá por exemplo nas exportações para a China ou os EUA, que é bem mais concentrada em algumas unidades da Federação.

China

O diplomata observa que hoje o grande desafio do Brasil neste mercado é a concorrência com a China, que disparou sua inserção econômica dentro destas nações.

Segundo dados de 2005 a 2015, a participação do gigante asiático na pauta importadora dos países da Aladi passou de 7,5% para 19%. No mesmo período, a participação de produtos brasileiros encolheu de 7,5% para 5%.

Por isso o Itamaraty tem, dentre outras estratégias, procurado aprofundar os acordos com os países que fazem parte da Aliança do Pacífico (México, Chile, Colômbia e Peru), segundo informou Bath.

Outro foco de sua atuação no âmbito da Aladi, segundo informou o diplomata caso tenha sua indicação confirmada, será reforçar os mecanismos de compras governamentais por parte dos países do bloco, relacionadas a produtos brasileiros. Outro desafio que o Brasil tem é estabelecer incentivos para que as empresas de nosso país possam formar cadeias regionais de valor, facilitando a obtenção de insumos em outras nações.

Quanto ao Mercosul, Bath reforçou que a Aladi é depositária também de todos os acordos econômico-comerciais firmados no âmbito do bloco.

Fonte:Agência Senado - SF
Data de publicação:17/08/2017

20 comentários:

  1. O Brasil sempre terá um embate complicado no mercado,isso complica quando se tratar de China e EUA, enquanto os dados apontam uma crescente deles, nossos números só vem decaindo. Temos uma riqueza gigantesca, porém mal administrada. Enquanto a mudança não for interna ficará difícil concorrer com grandes potências em qualquer esfera.

    Vitor Hugo
    Comércio exterior FMU sala 1204

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  2. Brasil e China são "fiéis" em relação a importação e exportação entre eles, porém sabemos que a China tem uma economia maior e sabe como investir. O Brasil tem muito o que exportar. Deveriam estimular a produção, consumo interno e estender parceria com outros mercados.

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  3. Se Bath conseguir essa posição poderá estreitar laços com países da Aliança do Pacífico, que hoje somam mais de 90% do PIB e investimentos estrangeiros, então isso pode quebrar barreiras trazendo ao Brasil uma boa economia, empregos e aumentará o comércio de exportação no país. O mais interessante será é que essa gestão poderá atuar em negociações externas com a união europeia e nos países asiáticos. Quem sabe podemos perceber a curto ou médio prazo mudanças na nossa economia.

    FMU - Richard Caine - sala 1204 - Turma: 096201A15

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  4. Entre Brasil,Estados Unidos e China existe um abismo muito grande em relação a gestão,visto que estes últimos citados tem um planejamento muito mais pensado,por isso o crescimento constante em importações ano após ano.Precisamos rever nossos conceitos na questão de economia em vários setores.
    Higor Sillis
    Comércio exterior FMU noturno sala 1204

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  5. Entre Brasil,Estados Unidos e China existe um abismo muito grande em relação a gestão,visto que estes últimos citados tem um planejamento muito mais pensado,por isso o crescimento constante em importações ano após ano.Precisamos rever nossos conceitos na questão de economia em vários setores.
    Higor Sillis
    Comércio exterior FMU noturno sala 1204

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  6. Vemos na porcentagem uma grande diferença entre o Brasil e a China dentro de 10 anos, constatando o grande crescimento da China e como o Brasil ainda precisa trabalhar muito em questões administrativas para conseguir ter uma disputa mais acirrada. Alguns pensamentos governamentais precisam ser mudados e atitudes tomadas para o país se desenvolver mais rapidamente.
    FMU-Comex-1ºmanhã

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  7. É muito difícil, com o desenvolvimento da China nesses 10 anos, e a queda no Brasil nesse mesmo período, ter algum tipo de acordo que beneficie ao país.
    O Brasil é muito rico em natureza, porém muito pobre em relação a política, assim causando uma desvalorização para outras potencias, afastando-os e assim, perdendo negócios.

    Adriana Santos
    Comercio Exterior 1º semestre, turma manhã

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  8. Temos que estreitar os laços ainda mais com os países do ALADI e MERCOSUL, nos tornar mais competitivas com a China. Podemos investir na redução de taxas, apoiar a importação dos pequenos e médios empresários e divulgar massivamente nossos produtos nos países. A China pode ter sempre os melhores preços mas sua desvantagem poderá ser o tempo de entrega e produtos de caráter duvidosos. O marketing ligado com qualidade de entrega poderá ser um diferencial.

    William Novais
    Comércio Exterior FMU noturno.

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  9. A princípio devemos repensar sobre a disputa porque não é algo que deveria ser necessário, pois nós temos muitos recursos a oferecer, e a china tem recursos opostos para oferecer. mais no caso estamos em desvantagem com a nossa economia seria algo muito ruim entrar em uma disputa com a china para perder, creio que tudo isso ainda será muito visto e a ser discutido por ser um assunto muito delicado e que se trata da America latina e pelo fato de ser exportações nossas, com certeza será um assunto muito bem tratado e discutido de forma correta.

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  10. A princípio devemos repensar sobre a disputa porque não é algo que deveria ser necessário, pois nós temos muitos recursos a oferecer, e a china tem recursos opostos para oferecer. mais no caso estamos em desvantagem com a nossa economia seria algo muito ruim entrar em uma disputa com a china para perder, creio que tudo isso ainda será muito visto e a ser discutido por ser um assunto muito delicado e que se trata da America latina e pelo fato de ser exportações nossas, com certeza será um assunto muito bem tratado e discutido de forma correta.
    Comércio Exterior,Sala 1204

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  11. Sabemos que a China tem uma economia maior e sabe como investir. O Brasil tem muito o que exportar. Deveriam estimular a produção, consumo interno e estender parceria com outros mercados.

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  12. o mercado latino americano é de extrema importância para a exportação brasileira, com mais de 49 acordos regularizados.Porem tem como maior desafio a competição de mercado coma a china que entre 2005 e 2015 cresceu 11,5% enquanto a exportação brasileira diminuiu 2,5% no mesmo período.
    Camila Ferreira
    Comércio exterior Noite

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  13. Competir com a china já é um logro pro Brasil, lembremos que o país é uma potencia e um dos principais exportadores de produtos no mundo, para que Brasil entre a competir com a china deveria reduzir taxas e investir em divulgação dos seus produtos, competir com um país onde a mão de obra é extremamente baixa é difícil, por isso o Brasil deve produzir produtos de boa qualidade e com um valor agregado, isso poderia gerar interesses nos países importadores.
    JUAN CARLOS OROZCO FMU – NOITE- RA: 1709026

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  14. Penso que os paises latinos americanos seria de bom tamanho para a exportação brasileira, pois tem a China que cresceu muito e é um dos paises de confiança na exporatçaõ mundial, sendo que nosso pais caiu com exportações nos ultimos anos, o Brasil devia incentivar o consumo nacional, e tentar alianças de exportações com outros paises, pois a china com mais verba sabe onde aplicar o dinehrio e o Brasil tem que exportar muito para chegar aos pés dele.

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  15. Por conta da falta de sabedoria no setor politico que temos isso acaba gerando um atraso ao Brasil, possibilitando da china ter vamtagens a frente do Brasil, porém só de estar competindo com um país como esse ja é uma boa notícia, o brasil deve melhorar a qualidade dos produtos e o preço aplicado gerando demanda para o país, buscando países que possa importar nossos produtos.

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  16. Complicado competir com a China, um pais com a mão de obra barata onde tudo é feito e onde seus governantes investem. Onde no Brasil temos os maiores juros do mundo, pagamos tudo mais caro e o governo só quer saber de aumentar os impostos.

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  17. Sabemos que o Brasil sempre passara dificuldades no mercado, e se tratando da concorrência de China e EUA, enquanto os dados apontam o crescimento deles, os nossos só caem. Obtemos uma riqueza natural gigantesca, porém não sabemos administrá-las. Enquanto não ocorrer uma mudança com investimentos na parte da tecnologia.

    Phelipi Vanderlind RA: 8433076 Sala: 1204 Turma: 096201A15

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  18. A China sendo uma potência mundial tenta expandir seu domínio comercial e um desses lugares é a America do Sul, mas como a China que se tornou uma potência não faz muito tempo o Brasil tem a mesma capacidade, o que a China tem em mão de obra o Brasil tem em matéria prima ,o Brasil como país soberano desse continente deve mudar suas políticas econômicas e não perder para outros países de fora os seus territórios comerciais.

    Lucas Conrado - FMU Liberdade - 1204 -RA

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  19. Praticamente impossível o Brasil competir com a china, um pais totalmente evoluído, não existe comparações plausíveis, talvez se o brasil tivesse uma economia melhor.

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  20. Infelizmente, o gigante asiático (China) continua à frente do Brasil, predominando cada vez mais o “Made in China” no consumo mundial. Vale lembrar que no ano de 2010, o PIB brasileiro teve uma drástica caída, onde perdeu participação em todos os países da América do Sul, com exceção do Paraguai. Com planejamento, direção, controle e ação, o pais vem sobressaindo em vendas para o bloco, (posição atual dos EUA). Um ponto fraco no setor de produção brasileira é que, consiste em pequenas variações de produtos, diferente da China que contém inúmeras peculiaridades em sua produção.

    Beatriz Soares, Comex, 1°Sem, Noturno.

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