O
ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Mauro
Borges, refutou a tese de desindustrialização da economia brasileira.
Ele reconheceu durante a abertura do Encontro Nacional da Indústria
(Enai), nesta quarta-feira em Brasília, que a situação do setor requer
“muita atenção” e a retomada de sua expansão constitui um “grande
desafio”. Ressaltou, no entanto, que “todas as experiências históricas”
indicam que o Brasil não sofre o risco de colapso industrial. De acordo
com Borges, a experiência da desindustrialização em vários países está
relacionada a uma “anemia estrutural” da demanda agregada. “Esse
diagnóstico não se repete na economia brasileira. O mercado doméstico é
altamente dinâmico”, afirmou o ministro, que abriu o encontro,
organizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Borges
reconheceu, no entanto, que “a agenda da competitividade envolve
mudanças importantes”, principalmente nas áreas tributária e
trabalhista. Ele citou ainda a necessidade de busca por acordos
comerciais, citando especificamente duas estratégicas: a conclusão de um
tratado de livre comércio Mercosul-União Europeia e a liberalização
total do comércio entre os países da América do Sul. “Estaremos de mãos
dadas para o enfrentamento desse desafio”.
Valor Econômico
05/11/2014
Assim como em 2008 era só uma marolinha, para esse governo está tudo as mil maravilhas, empresas demitindo funcionários a todo instante baixa produção, está se produzindo pouco para o mercado interno e para exportar praticamente nem está se produzindo, e o ministro diz que está tudo sobre controle...faça me o favor, sos país falindo.
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