As vendas de café do Brasil aos países árabes avançaram 29,7% em valores nos primeiros sete meses deste ano, em relação ao mesmo período do ano passado. Os números foram divulgados nesta quarta-feira (09) pelo Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé) e mostram que os cafeicultores brasileiros tiveram receita de US$ 112 milhões com o envio de café ao mercado árabe de janeiro a julho, contra US$ 86,3 milhões em iguais meses de 2016.
Em volume, o crescimento da exportação a países árabes foi de 1,2%. Enquanto nos primeiros sete meses deste ano o Brasil enviou à região 653,2 mil sacas de 60 quilos, em iguais meses do ano passado os embarques somaram 645,1 mil sacas.
O país árabe que mais importou café do Brasil foi o Líbano, com compras de US$ 29,8 milhões, seguido pela Síria, com US$ 20,4 milhões, pela Jordânia, com US$ 14,6 milhões, por Arábia Saudita, com US$ 12,9 milhões, e Emirados Árabes Unidos, com US$ 10,2 milhões. Também importaram café brasileiro de janeiro a julho Argélia, Djibuti, Líbia, Egito, Tunísia, Sudão, Marrocos, Omã, Catar, Kuwait, Iraque, Bahrein, Ilhas Comores e Iêmen.
Em geral, a comercialização internacional do café brasileiro avançou 7,2% em valores e ficou em US$ 2,9 bilhões de janeiro a julho. Mas houve queda de 8% na quantidade embarcada, para 16,7 milhões de sacas. O movimento não foi reflexo apenas de preços maiores, mas de exportações mais fracas. O preço médio do café exportado pelo Brasil avançou no período em 16,5%, de US$ 147,8 a saca de 60 quilos para US$ 172,25.
Em julho, individualmente, o Brasil exportou 1,7 milhão de sacas de café, o que gerou receita cambial de US$ 283,4 milhões. O café verde representou a maior quantidade do produto vendido no mercado internacional, com 1,5 milhão de sacas, e suas vendas externas recuaram 8,1% sobre o mesmo mês de 2016.
Em material divulgado pelo Cecafé, o presidente da entidade, Nelson Carvalhaes, atribuiu a queda dos volumes ao fato de os estoques de passagem estarem em níveis reduzidos. “Além disso, a nova safra entrou em velocidade reduzida, enfraquecendo a oferta”, disse. Carvalhaes espera, no entanto, que até setembro a exportação retome os níveis normais em função da entrada da colheita, ainda que lentamente, no mercado.
Apesar das exportações para o mercado árabe virem crescendo, a região não está no topo da lista de destinos do café brasileiro. De janeiro a julho, os Estados Unidos compraram a maior quantidade do produto do Brasil, com 20% do total. A Alemanha respondeu por 17,5% das compras, seguida pela Itália, com 9%, por Japão, com 7,1%, e por Bélgica, com 6%. O Cecafé destacou o avanço das vendas para a Turquia (43%) e Rússia (15,8%).
(Fonte: Comex do Brasil)
Isso mostra a força da colheita do café no Brasil,que já vem de várias gerações passadas mostrando a qualidade dos "grãos mais viciantes que existem"
ResponderExcluirIsso mostra a força do cultivo de café no Brasil que vem de gerações de muitos anos produzindo os “grãos mais viciantes do mundo”
ResponderExcluirNós sabemos que nossa economia se mantem firme e forte graças a soja que ainda é o produto mais exportado pelo Brasil, porém, uma vez que nosso solo é tão bom e fértil para o plantio de basicamente qualquer semente, deveríamos investir mais no ramo do café, uma vez que se mostrou uma provável força na exportação. Isso poderia melhorar ainda mais a situação econômica do nosso país. E, convenhamos, o café brasileiro é uma delícia rs.
ResponderExcluirNós realmente temos muitos produtos para exportar não só o café, mas ai me vem uma dúvida. Esses países que importam nosso café informam de onde ele é importado? Pois eu me recordo de ter assistido uma reportagem onde falava que os USA compravam nossa matéria prima e embalavam como se fosse deles. O que ainda ter essa quantidade de sacas de café exportado sendo que não é reconhecido como café brasileiro e o pior para o povo brasileiro que paga 9,00 em 500 gramas de café torrado é obrigado a tomar sujeira ao invés de café.
ResponderExcluirO café é um ótimo negocio de exportação pois é um Commoditie agricula ou seja não é industrializado e que pode ser estocados por um determinado período sem que haja perda de qualidade, além do Brasil obter uma ampla área de agricultura e climatização adequada, aumentando o fluxo do café.
ResponderExcluirO café é um ótimo negocio de exportação pois é um Commoditie agricula ou seja não é industrializado e que pode ser estocados por um determinado período sem que haja perda de qualidade, além do Brasil obter uma ampla área de agricultura e climatização adequada, aumentando o fluxo do café.
ResponderExcluirFernanda Mendes Bataglia RA 1700442 - Turma - Comercio Exterior - período Noite
ResponderExcluirFernanda Mendes Bataglia RA 1700442 - Turma - Comercio Exterior - período Noite
ResponderExcluirO café assim como a soja e demais produtos, são características do Brasil por possuirmos um solo fértil e rico. O café está englobando na questão comotidies que por não ter valor agregado fica mais fácil o manuseio para exportação. Mesmo com os índices aumentando, deveríamos investir mais no café, que pode ser de grande ajuda na economia do nosso país.
ResponderExcluirJamille Araújo - COMÉRCIO EXTERIOR - FMU MANHÃ
O Brasil é um país rico em diversidade e isto se aplica também ao café nacional, são variados tipos para atender a todos os gostos, dos mais simples, aos mais sofisticados. Como maior produtor e exportador do produto no mundo, ficamos em quinto pelo consumo com média de 6 kg de café por pessoa no ano contra 12kg da primeira colocada Finlândia. Comércio Exterior Noite FMU RA:1777047.
ResponderExcluirFelizmente, o Brasil tem sorte em ser um dos países com mais facilidade em plantar qualquer semente, por conta do ótimo solo. Um resultado desta facilidade é que a produção de café no Brasil é responsável por cerca de um terço da produção mundial de café.
ResponderExcluirFazer um investimento maior nestas áreas, visando a facilidade no plantio e na exportação, seria a chance de uma enorme melhoria na economia nacional.
Thaysa de Lima COMEX manhã
A exportação de café nos países é grande e tende crescer mais , pois já estive no Egito e é cultura o forte consumo de café e chá mate, nas ruas , nas lojas, em quase todos lugares que você entra , é servido chá mate e café , chega ser engraçado , mas nos "bares" você passa e vê os senhores de idade tomando café ou chá , e fumando narguilé , ao invés de estar tomando cerveja ou algum outro tipo de Bebidas alcóolicas, por isso o grande aumento na exportação para países árabes .
ResponderExcluirTemos conhecimento de que, a exportação de commodities no Brasil contribui para a economia brasileira. Sendo assim, é dever nosso planejar a produção, a fim de suprimir falta de produtos, erros na produção e principalmente má qualidade, já que é indispensável para o apuramento de qualquer mercadoria. É muito gratificante saber que, o Brasil tem mantido uma boa imagem nos países árabes, resultando em um mercado saudável e cheio de oportunidade de maiores crescimentos em suas exportações, tendo o ensejo de vender outros Commodities aos países árabes.
ResponderExcluirBeatriz Soares, Comex, 1°Sem. Noturno